quinta-feira, 27 de setembro de 2007

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Fisiologia

Fisiologia
Sistema Circulatório

Anatomia- Sistema Digestório.

Divisão:
Cavidade Oral
Faringe
Esôfago
Estômago
Intestino Delgado (Absorve substâncias líquidas
Intestino Grosso ( Absorve substâncias sólidas)

importante > fígado, pâncreas e glândulas saliares.

Digestão mecânica - Triturado / Cortado / Perfurado .
Digestão química - Saliva / Suco Gástrico / Ácido clorídrico / Bile / Suco Pancreático.

Cavidade Oral
Limites:
Externo - É formado pelos lábios (superior e inferior) . São dobras de pele que não possuem pêlos. Os limites laterais dos lábios são chamados de comissura labial. O somatório desses lábios formam a rima bucal.
Interno - Porção superior (teto da cavidade oral, feita pelo osso palatino) que é chamado de palato duro e palato mole que é cartilaginoso. Posteriormente ao palato mole identificamos a úvula que durante a deglutição empurra o palato mole para cima impedindo que o alimento entre em contato com a cavidade nasal.
Interno: porção inferior (soalho onde a língua repousa sustendanda pelo frênulo)

Na cavidade oral identificamos os seguintes elementos: Amígdalas (tonsilas palatinas) relacionadas com proteção, língua: órgão muscular que repousa sobre o soalho da Cavidade Oral, é constituídode um corpo e raíz e são separadas pelo sulco terminal . Nestas regiões identificamos células perseguidoras do paladar (papilas)

Dentes: Em uma dentição permanente identificamos 32 dentes, sendo 16 superiores e 16 inferiores. O dente possui 3 porções : coroa, colo e raíz. Em seu interior identificamos a cavidade pulpar que é ocupada por vasos sanguíneos, linfáticos e nervos. Estas estrurturas chegam a cavidade pulpar através de forame apical.

* Faringe (Estudar no sistema respiratório)

Esôfago: Víscera constituiída de musculatura lisa, localizada posteriormente à traquéia e anterior à coluna cervical. Apresenta as seguintes porções:
- Porção Cervical
- Porção Dorsal
- Porção Abdomminal (memor)

A porção dorsal atravessa o mediastino até chegr ao estômago . Durante sua passagem, perfura o múscilo diafragma onde constitui o hiato esofágico.
À esquerda do esôfago identificamos a artéria aorta descendente que perfura o diafragma para formar o hiato aórtico. À edireita do esôfago identificamos a veia cava inferior que atravessa o músculo diafragma no sentido distal-proximal, constituído por forame da veia cava.O esôfago delimita-se da faringe através do óstio-faríngeo e delimita-se do estômago através do óstio-cardico.

Estômago : Víscera localizada na cavidade abdominal (hipocôncrio esquerdo). Apresenta uma curvatura menor que é medial e uma curvatura maior, que é lateral. Delimita-se do esôfago por meio da cárdia e delimita-se da primeira porção do intestino delgado (duodeno), atravéz do piloro.
O estômago é constituído pelos seguntes porções:
- Região da Córdia
- Fundo
- Corpo
- Região Pitórica
Intestino Delgado : Víscera localizada na cavidade abdominal, medindo aproximadamente 8 metros de comprimento, responsável pela absorção sólida dos nutrientes. Delimita-se do estômago atravéz do piloro e delimita-se da primeira porção do intestino grosso (ceco) atravéz do óstio íleo-cecal.
Divide-se em 2 porções:
- Duodeno
- Jejuno / Íleo

O duodeno é uma área de preparação dos alimentos provenientes do estômago e apresenta uma área dilatada denominada papila diodenal. Nesta desembocam dois cuctos. São eles:

- Ducto hepato-colédoco; proveniente do fígado e da vesícula biliar, com função de transportar a bile
- Ducto Pancreático; provenienter do pâncreas. Sua função é transportar o suco pamcreático.
A função da bile e do suco pancreático sobre os alimentos encontrados no duodeno, está relacionado com a redução do ph de acidez, quebra de gorduras e separação das proteínas que serão absorvidas no jejuno e íleo.
Jejuno e Íleo : São áreas de absorção doss nutrientes sólidos. Os mesmos são retirados destas porções pelas artérias jejunais.
Obs.: O ducto hepato-colédoco é formado pela junção de três cuctos:

- Ducto cístico

- Ducto hepático comum direito

- Ducto hepático comum esquerdo


Intestino Grosso :Víscera que mede aproximadamente 1,5 m de comprimento responsável pela absorção líquida dos nutrientes, delimita-se do intestino delgado pelo óstio íleo-cecal e abre-se para o meio externo através do óstio-anal.

Dividi-se nas seguintes porções:

- Ceco, neste momento encontramos o apêndice vermiforme e esta relacionado com proteção.

- Colo ascendente

- Colo transverso

- Colo descendente

- Colo sigmóide

- Relo (local onde as fezes permanecem armazenadas até sua eliminação pelo ânus.

- Ânus


A absorção líquida é realizada desde o ceco até o colo sigmóide. Os nutrientes líquidos sáo retirados destas porções pelas artéria cólicas.


GLÂNDULAS


Glândulas salivares: São glândulas exócrinas, ditas maiores. São elas: Glândulas submandivular, glândula sublingual e glândula parótida

A glândula subamdivular: Está locacizada inferiormente 'a mandivula e seus ductos transportam a saliva 'a face ventral da língua.

A glândula sublingual localizada inferiormente a língua, secreta saliva na face central da língua.

A glândula parótida localizada bilateralmente na face, ocupando uma posição inferior ás orelhas. Cada glândula parótida é formada pelo ducto parotídico, que atravessa os músculos massetes e bucinador para lançar a saliva na altura do segundo dente molar superior.


Fígado: É considerado a maior glândula do corpo e encontra-se localizado na cavidade abdominal ( hipocôndrio direito). A presenta uma face anterior, face posterior, face diafragmática e fae vísceral

O fígado possui dois lobos (direiro e esquerdo) que são separados pelo ligamento falciforme. Na face posterior do figado, o lobo direito subdividi-se em lobo cavidadeo e lobo quadrado, esses lobos são separados por um setor de passagem denominado hiço hepático que é atravessado pelas seguintes estruturas: artéria hepática, veia hepática, veia porta, vasos linfáticos e nervos.

O conjundo de estruturas que atravessam o hilo é denominado: pedículo hepático. Na face posterior do fígado identificamos o forame epiplóico que sustenta a veia cava inferior nesta região.


Pâncreas :

Glândula mista localizada na cavidade abdominal em uma posição retroperitoneal, é constituída de cabeça, corpo e a cauda . Seu ducto atravessa toda a sua extensão , para sesmbolar na papila drodenal. Sua atração como glândula endócrina está na produção da insulina e do glucagon. Na função exócrina produz o suco pancreático.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Anatomia - Sistema Respiratório

Considerações gerais:
Está relacionado aos mecanismos respiratórios, cuja função específica é o processo de hematose (eliminação de co2 e absorção de o2). Esta função é exclusiva dos pulmões, cabendo as demais estrururas o transporte de ar. A respiração apresenta dois mecanismos:
1- Inspiração: É a entrada de ar para o interior do corpo até os pulmões. Está relacionada com o músculo diafragma, que durante sua contração, comprime as vísceras abdominais, permitindo a expansibilidade dos pulmões.
2- Expiração: É a saída de ar do interior do corpo. Está relacionada com o relaxamento do diafragma, que ao retornar a sua base anatômica, (cúpula diafragmática) comprime a base ou face diafragmática dos pulmões.

A Respiração pode ser medida através de volumes e capacidades pulmonares . A entrada e saída de ar realixada em uma respiração normal é denominado VOLUME DE AR CORRENTE (VAC). Este volume apresenta 500ml de ar, sendo que 350 ml chegam aos pulmões para sofrer a hematose e 150 ml circula no espaço morto anatômico que compreende a cavidade nasal , a faringe, laringe, traquéia e brônquios.

Cavidade Nasal propriamente dita:
Três modificações sofridas pelo o ar antes de chegar aos pulmões : Filtragem, Umidificação e aquecimento.
1- Externo: narinas (fibrícias) que possuem pêlos com função de filtrar.
2- Médio: área olfatória (raízes nervosas do 1ª par craniano: nervo olfatório)
área respiratória

Três escavações ósseas formadas por tecido cartilaginoso
Conchas nasais 1- Superior 2- Médio 3- Inferior (umidificar e aquecer)


3- Interno : Onde localizam-se as coanas que não possuem pêlos, é o limite da cavidade nasal com a primeira porção nasal da faringe (nasofaríngea).

Osteo Faríngeo do Tubo Auditivo : Formado por um músculo que se contrai em altitudes elevados. O ar vai dofrendo modificações até chegar nos pulmões.

* Farínge: músculo cartilaginoso comum ao sistema respiratório e ao digestório. Recebe o ar da vavidade nasal e o conduz a laringe. Recebe o alimento da cavidade oral e o conduz ao esôfago

Dividi-se em 3 porções:
1- Porção nasal (nasofarínfe): Seus limites são as coanas, cavidade nasal propriamente dita é a 1ª porção da farínge.
> Adenóide: (tossila faríngea) protege essa região.
Na porção nasal, identificamos o ósteo faríngeo da tuba auditiva que comunica a porção nasal da faringe com o ouvido médio.
Identificamos também as tossilas faríngeas (adenóides) formada por tecido linfóide. A faringe delimita-se do esôfago através do ósteo faríngeo.

2- Porção Oral: (orofarínfe) seu limite é a úvula.
Durante a deglutição empurra o palato mole para cima impedindo que o alimento entre em contato com resíduo da cavidade nasal

3- Porção laringofaringe: Seu limite é a cartilagem epiglote.
Essa cartilagem pertence a laringe. Impede a entrada de alimentos no interior da laringe.


* Larínfe: Conduto cartilaginoso exclusivo do sistema respiratório, constituído por sete cartilagens. São elas:
Anterior-
1 cartilagem Tireóide.
2 cartilagem cricóide
Posterior:
1 Cartilagem epiglote
2 Cartilagem aritenóide (2)
3 Cartilagem corniculada (2)

I- Cartilagem Tireoóide: É constituida por 2 lâminas em posição oblíqua, cuja face medial constitui a proeminência larínfea. Esta cartilagem sustenta as glândulas tireóides e paratireóides.

II - Cartilagem cricóide: Localizada inferiormente a cartilagem tireóide, determinas os limites terminais da faringe e laringe e o início da traquéia e esôfago.

Cartilagens posteriores:
III - Cartilagem Epiglote: Acionada por movimentos peristálticos. Impede a entrada de alimentos no interior da laringe.

IV- Cartilagem Aritenóide e Corniculada: Constituem o esqueleto cartilaginoso da laringe, permitindo sustentação dos músculos desta região.


* Traquéia: Conduto cartilaginoso, exclusivo do sistema respiratório, constituído por aproximadamente 12 anéis de cartilagem separadas por musculatura lisa. Os anéis da traquéia não são fechados totalmente, identificamos musculatura lisa. onde não ocore o fechamento. A traquéia localiza-se anteriormente ao esôfago. Apresenta uma fifurcação denominada Karina, onde originam-se os brônquios principais direito e esquerdo.

* Brônquios : São vias condutoras de ar que partem da traquéia, até a intimidade da parede dos pulmões.
> Divisão Brônquica:
O brônquio que na parte da traquéia é denominado brônquio principal, após atravessar o hilo pulmonar, ramifica-se dando origem ao brônquio lombar.
Este ramifica-se no interior dos pulmões para formar os brônquios segmentares, que irão constituir os bronquíolos terminais que invadem o espaço alveolar.
Pulmão : Órgão par , exclusivo do sistema respiratório responsáveis pela troca gasosa. Estão localizados bilateralmente no tórax, sendo envolvido por duas membranas de tecido conjuntivo denominado pleuras.
A pleura que encontra-se aderida na parede do tóraz é chamada de pariental e a pleura que encontra-se aderida aos pulmões é chamada de visceral.
As pleuras são separadas por um espaço vital que é preenchido de líquido (espaço pleural)
O objetivo do espaço pleural é permitir o deslizamento entre as pleuras, facilitando a expansão pulmonas. os pulmões apresentam uma face anterior, face posterior, face lateral e face medial. Possuem um ápice que é superior e uma base ouo face diafragmática que é inferior.
O pulmão direito é maior que o esquerdo na largura, possui trêa lovos (superior, médio e inferior e duas fissuras ( fissura horizontal e fissúra oblíqua)
O pulmão esquerdo é maior que o direito no comprimento e possui dois lobos ( superior e inferior) e uma físsura oblíqua.
O espaço compreendido entre os pulmões é chamado de mediastino, que é o ocupado pelo coração , traquéia, porção dorsal do esôfago, artéria aorta, nervo vago e nervo frênico.
Na face medial (mediastínica) dos pulmões identificamos um setor de passagem denominado hilo pulmonar. Este é atravessado pelas seguintes estruturas:
Artéria pulmonar
Veia Pulmonar
Artéria Bromquica
Veia brônquica
Brônquio Principal
Vasos linfáticos
nervos
formando o Pedículo Pulmonar.

domingo, 23 de setembro de 2007

Anatomia- Sites

Anatomia I Ossos e Músculos
http://www.auladeanatomia.com/
também tem sistemas e curiosidades, muito bom!


Anatomia II - sistemas

http://www.afh.bio.br/

Esse é em inglês mas vale a pena entrar.
http://www.innerbody.com/htm/body.html

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Origem da Profissão

A profissão surgiu do desenvolvimento e evolução das práticas de saúde no decorrer dos períodos históricos. As práticas de saúde instintivas foram as primeiras formas de prestação de assistência. Num primeiro estágio da civilização, estas ações garantiam ao homem a manutenção da sua sobrevivência, estando na sua origem, associadas ao trabalho feminino, caracterizado pela prática do cuidar nos grupos nômades primitivos, tendo como pano-de-fundo as concepções evolucionistas e teológicas, Mas, como o domínio dos meios de cura passaram a significar poder, o homem, aliando este conhecimento ao misticismo, fortaleceu tal poder e apoderou-se dele.

Quanto à Enfermagem, as únicas referências concernentes à época em questão estão relacionadas com a prática domiciliar de partos e a atuação pouco clara de mulheres de classe social elevada que dividiam as atividades dos templos com os sacerdotes.

As práticas de saúde mágico-sacerdotais, abordavam a relação mística entre as práticas religiosas e de saúde primitivas desenvolvidas pelos sacerdotes nos templos. Este período corresponde à fase de empirismo, verificada antes do surgimento da especulação filosófica que ocorre por volta do século V a.C. Essas ações permanecem por muitos séculos desenvolvidas nos templos que, a princípio, foram simultaneamente santuários e escolas, onde os conceitos primitivos de saúde eram ensinados. Posteriormente, desenvolveram-se escolas específicas para o ensino da arte de curar no sul da Itália e na Sicília, propagando-se pelos grandes centros do comércio, nas ilhas e cidades da costa.

Naquelas escolas pré-hipocráticas, eram variadas as concepções acerca do funcionamento do corpo humano, seus distúrbios e doenças, concepções essas, que, por muito tempo, marcaram a fase empírica da evolução dos conhecimentos em saúde. O ensino era vinculado à orientação da filosofia e das artes e os estudantes viviam em estreita ligação com seus mestres, formando as famílias, as quais serviam de referência para mais tarde se organizarem em castas. As práticas de saúde no alvorecer da ciência - relacionam a evolução das práticas de saúde ao surgimento da filosofia e ao progresso da ciência, quando estas então se baseavam nas relações de causa e efeito. Inicia-se no século V a.C., estendendo-se até os primeiros séculos da Era Cristã.

A prática de saúde, antes mística e sacerdotal, passa agora a ser um produto desta nova fase, baseando-se essencialmente na experiência, no conhecimento da natureza, no raciocínio lógico - que desencadeia uma relação de causa e efeito para as doenças - e na especulação filosófica, baseada na investigação livre e na observação dos fenômenos, limitada, entretanto, pela ausência quase total de conhecimentos anatomofisiológicos. Essa prática individualista volta-se para o homem e suas relações com a natureza e suas leis imutáveis. Este período é considerado pela medicina grega como período hipocrático, destacando a figura de Hipócrates que como já foi demonstrado no relato histórico, propôs uma nova concepção em saúde, dissociando a arte de curar dos preceitos místicos e sacerdotais, através da utilização do método indutivo, da inspeção e da observação. Não há caracterização nítida da prática de Enfermagem nesta época.

As práticas de saúde monástico-medievais focalizavam a influência dos fatores sócio-econômicos e políticos do medievo e da sociedade feudal nas práticas de saúde e as relações destas com o cristianismo. Esta época corresponde ao aparecimento da Enfermagem como prática leiga, desenvolvida por religiosos e abrange o período medieval compreendido entre os séculos V e XIII. Foi um período que deixou como legado uma série de valores que, com o passar dos tempos, foram aos poucos legitimados a aceitos pela sociedade como características inerentes à Enfermagem. A abnegação, o espírito de serviço, a obediência e outros atributos que dão à Enfermagem, não uma conotação de prática profissional, mas de sacerdócio.

As práticas de saúde pós monásticas evidenciam a evolução das ações de saúde e, em especial, do exercício da Enfermagem no contexto dos movimentos Renascentistas e da Reforma Protestante. Corresponde ao período que vai do final do século XIII ao início do século XVI. A retomada da ciência, o progresso social e intelectual da Renancença e a evolução das universidades não constituíram fator de crescimento para a Enfermagem. Enclausurada nos hospitais religiosos, permaneceu empírica e desarticulada durante muito tempo, vindo desagregar-se ainda mais a partir dos movimentos de Reforma Religiosa e das conturbações da Santa Inquisição. O hospital, já negligenciado, passa a ser um insalubre depósito de doentes, onde homens, mulheres e crianças utilizam as mesmas dependências, amontoados em leitos coletivos.

Sob exploração deliberada, considerada um serviço doméstico, pela queda dos padrões morais que a sustentava, a prática de enfermagem tornou-se indigna e sem atrativos para as mulheres de casta social elevada. Esta fase tempestuosa, que significou uma grave crise para a Enfermagem, permaneceu por muito tempo e apenas no limiar da revolução capitalista é que alguns movimentos reformadores, que partiram, principalmente, de iniciativas religiosas e sociais, tentam melhorar as condições do pessoal a serviço dos hospitais.

As práticas de saúde no mundo moderno analisam as ações de saúde e , em especial, as de Enfermagem, sob a ótica do sistema político-econômico da sociedade capitalista. Ressaltam o surgimento da Enfermagem como atividade profissional institucionalizada. Esta análise inicia-se com a Revolução Industrial no século XVI e culmina com o surgimento da Enfermagem moderna na Inglaterra, no século XIX.




Enfermagem
Moderna
O avanço da Medicina vem favorecer a reorganização dos hospitais. É na reorganização da Instituição Hospitalar e no posicionamento do médico como principal responsável por esta reordenação, que vamos encontrar as raízes do processo de disciplina e seus reflexos na Enfermagem, ao ressurgir da fase sombria em que esteve submersa até então.

Naquela época, estiveram sob piores condições, devido a predominância de doenças infecto-contagiosas e a falta de pessoas preparadas para cuidar dos doentes. Os ricos continuavam a ser tratados em suas próprias casas, enquanto os pobres, além de não terem esta alternativa, tornavam-se objeto de instrução e experiências que resultariam num maior conhecimento sobre as doenças em benefício da classe abastada.

É neste cenário que a Enfermagem passa a atuar, quando Florence Nightingale é convidada pelo Ministro da Guerra da Inglaterra para trabalhar junto aos soldados feridos em combate na Guerra da Criméia.


Bibliografia
TURKIEWICZ, Maria. História da Enfermagem. Paraná, ETECLA, 1995.
GEOVANINI, telma; ...(et.ali.) História da Enfermagem : versões e Interpretações. Rio de janeiro, Revinter, 1995.